Encontrei esse post na net, achei muito interessante e resolvi postar para vocês!
"O Tribal Wars não deve ser visto numa única perspectiva,
mas sim numa visão ampla e ao mesmo tempo colectiva."
Desde sempre que a população se organizou em grupos, tribos, comunidades, civilizações… com objectivos bem claros; garantir a sobrevivência, partilhar sentimentos, e adquirir conhecimentos…
E quando há um aglomerado de pessoas, é preciso que alguém as encaminhe, todas para o mesmo lado, e que alguém lhes mostre que por mais caminho que haja e que possam existir o trilho da vitoria só poderá ser percorrido se todos estiverem unidos e ninguém fique para trás. E Esse alguém deve ser uma pessoa com honra, ser respeitada e dar-se ao respeito. Um bom líder não é o que fala muito, mas fala o mais certo, na altura certa. A conduta do líder de uma tribo vai condicionar o crescimento da mesma, pois se um edifício for construído em boas bases e tiver uma estrutura resistente, dificilmente haverá abalo que o faça transformar-se em destroços.
O papel dos admistradores é igualmente importante, é necessário organizar a tribo, ajudar o líder nas decisões mais importantes, escolher entre o que é certo e não é, saber dize-lo de forma clara e honesta. Porque além de os admistradores serem os braços direitos, são também o pescoço, a boca, a orelha o cérebro de um líder.
A diplomacia também deve ter pessoas competentes, que sejam estrategistas, aliás todos os cargos devem ter um gene de estratégia na sua constituição. Os diplomatas devem reger o presente a pensar no futuro, escolher alianças, PNA’s, fusões…
A escolha de pessoas competentes e de playeres com alma e garra passa pelas mãos, essencialmente, dos recrutadores que se seleccionam quem melhor se encaixa no perfil da tribo, ou em pontos estratégicos.
O Tribal Wars é um jogo de estratégia mas principalmente de guerra, e para que a mesma seja o mais eficaz possível deve ser guiada por um ou mais generais de ataque; que orientam, coordenam, planeiam, como o nome indica, ataques. O trabalho dos generais de ataque deve ser complementado com o dos generais de defesa, que devem proteger as áreas que ficaram mais desprotegidas e enviar apoios a quem mais necessita ou possa vir a necessitar.
Apesar de ter, ao longo do texto, seguido mais ou menos uma hierarquia, poderia muito bem ter começado pelos “comuns dos mortais” que mesmo não tendo cargos são igualmente importantes. São eles que erguem e mantêm de pé uma tribo e é por eles que os membros com cargos devem trabalhar, aliás numa tribo devem todos remar na mesma direcção. Garantindo que o barco que os carregue não de afunde e leve consigo sua riqueza e os seus valores.




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